sábado, 13 de julho de 2019

BOLSONARO ELIMINA GÊNERO, POBREZA E TORTURA EM CANDIDATURA NA ONU

Bolsonaro pretende dar um passo dramático no giro da postura internacional do país e lançará a candidatura à reeleição do Brasil para o  Conselho de Direitos Humanos da ONU com base numa plataforma regressiva, de fundo fundamentalista e de ataque às minorias. Foi o que ele anunciou em um tweet na manhã desta quinta-feira.



A ideia do governo é apresentar a candidatura do Brasil à reeleição no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, para o triênio de 2020 a 2022.
Vergonha
Na visão do colunista internacional Jamil Chadeque cobre a ONU"o Brasil está rasgando sua história".
Ele ressalta que, anteriormente, “havia uma lógica que remontava ao DNA da diplomacia de Rio Branco". 
"Hoje, o Brasil abriu mão dessa coerência e dessa tradição. Transportando para a política externa valores ultra-conservadores do grupo no poder, desconsiderando a multiplicidade da população brasileiras e ignorando seus compromissos internacionais, o Itamaraty passou a colocar em prática uma diplomacia ideológica-religiosa. E que passou a minar o consenso até mesmo dentro do Ocidente”, observa o jornalista. Leia mais aqui