terça-feira, 28 de maio de 2019

#VEMTOPGAY - CULTURA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Quadrilha junina.
cultura nordestina é bastante diversificada, uma vez que foi influenciada por indígenas, africanos e europeus. Os costumes e tradições muitas vezes variam de estado para estado.
Tendo sido a primeira região efetivamente colonizada por portugueses, ainda no século XVI, que aí encontraram as populações nativas e foram acompanhados por africanos trazidos como escravos, a cultura nordestina é bastante particular e típica, apesar de extremamente variada. Sua base é luso-brasileira, com grandes influências africanas, em especial na costa de Pernambuco à Bahia e no Maranhão, e ameríndias, em especial no sertão semi-árido.
O maracatu, secular manifestação folclórica pernambucana praticada em todas as regiões do Brasil, reflete a miscigenação étnico-cultural entre africanosindígenas e portugueses. Na foto, Maracatu Nação em OlindaPernambuco.
A riqueza cultural da região nordeste é visível para além de suas manifestações folclóricas e populares. A literatura nordestina tem dado grande contribuição para o cenário literário brasileiro, destacando-se nomes como João Cabral de Melo Neto, José de Alencar, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Ferreira Gullar e Manuel Bandeira, dentre muitos outros.
Afoxé Filhos de Gandhy, criado no ano de 1949 em Salvador na Bahia, numa referência ao indiano Mahatma Gandhi.
Na literatura pode-se citar a literatura popular de cordel que remonta ao período colonial (a literatura de cordel veio com os portugueses e tem origem na Idade média europeia) e numerosas manifestações artísticas de cunho popular que se manifestam oralmente, tais como os cantadores de repentes e de embolada.
Na música erudita, destacaram-se como compositores Alberto Nepomuceno e Paurillo Barroso, assim como o cearense Liduíno Pitombeira na atualidade, e Eleazar de Carvalho como maestro. Ritmos e melodias nordestinas também inspiraram compositores como Heitor Villa-Lobos (cuja Bachiana brasileira nº 5, por exemplo, em sua segunda parte - Dança do Martelo - alude ao sertão do Cariri).
Na música popular, destacam-se ritmos tais como coco, xaxado, martelo agalopado, samba de roda, baião, xote, forró, Axé e frevo, dentre outros ritmos. O movimento armorial do Recife, inspirado por Ariano Suassuna, fez um trabalho erudito de valorização desta herança rítmica popular nordestina (um de seus expoentes mais conhecidos é o cantor Antônio Nóbrega).
Na dança, destacam-se o maracatu, o frevo (também característico de Pernambuco) o bumba meu boi, o xaxado, diversas variantes do forró, o tambor de crioula (característico do Maranhão), etc. As músicas folclóricas quase sempre são acompanhadas de danças.
O artesanato é também uma parte relevante da produção cultural do Nordeste, sendo inclusive a fonte de renda de milhares de pessoas por toda a região. Devido à variedade regional de tradições de artesanato, é difícil caracterizá-los todos, mas destacam-se as redes tecidas e, às vezes, bordadas com muitos detalhes; os produtos feitos em argila, madeira (por exemplo, da carnaúba, árvore típica do sertão) e couro, com traços bastante particulares; além das rendas, que ganharam destaque no artesanato cearense. Outro destaque são as garrafas com imagens feitas manualmente em areia colorida, um artigo produzido para venda para turistas. 
No Maranhão, destacam-se artesanatos feitos da fibra do buriti (palmeira), assim como artesanatos e produtos do babaçu (palmeira nativa do Maranhão).
mungunzá salgado
A culinária nordestina é variada, refletindo, quase sempre, as condições econômicas e produtivas das diversas paisagens geoeconômicas dessa região. Frutos do mar e peixes são bastante utilizados na culinária do litoral, enquanto, no sertão, predominam receitas que utilizam a carne e derivados do gado bovino, caprino e ovino. Ainda assim, há várias diferenças regionais, tanto na variedade de pratos quanto em sua forma de preparo (por exemplo, no Ceará, predomina o mugunzá - também chamado macunzá ou mucunzá - salgado, enquanto, em Pernambuco, predomina o doce). 
Acaraje
Na Bahia os principais destaques são as comidas feitas com azeite de dendê e com camarão, como as moquecas, o vatapá, o acarajé e os bobós; porém não são menos apreciadas comidas acompanhadas de pirão como mocotó e rabada e doces como a cocada. 
arroz de cuxá
No Maranhão, destacam-se o cuxá, o arroz de cuxá, o bobó, o peixe pedra e a torta de camarão, bem ao estilo maranhense. Também no Maranhão se destaca o refrigerante Jesus ou Guaraná Jesus que é patrimônio maranhense. Já o bolo de rolo é patrimônio imaterial de Pernambuco. Algumas comidas típicas da região são: o baião de dois, a carne de sol, o queijo de coalho, o vatapá, o acarajé, a panelada e a buchada, a canjica, o feijão e arroz de coco, o feijão verde e o sururu, assim como vários doces feitos de mamão, abóbora, laranja, etc. Algumas frutas regionais - não necessariamente nativas da região - são a ciriguela, o cajá, o buriti, a cajarana, o umbu, a macaúba, as frutas maranhenses juçara (açaí), bacuri, cupuaçu, buriti, murici e a pitomba, além de outras também comuns em outras regiões.

Fonte:wikipedia

HOMOFÓBICA, JOICE HASSELMANN FAZ ENQUETE E MAIORIA VOTA PELA CRIMINALIZAÇÃO DA LGBTFOBIA

A deputada Federal Joice Hasselmann do PSL e líder do governo na Câmara fez uma enquete na sua página no Facebook perguntando se seus seguidores são a favor ou não da criminalização da LGBTfobia pelo STF.

O que a bolsonarista não esperava, é que 61% são favoráveis à decisão dos seis ministros do Supremo Tribunal Federal que já votaram pela equiparação da LGBTfobia ao crime de racismo.


Hasselmann já se pronunciou contra a criminalização da LGBTfobia pelo STF e sempre defendeu o discurso homofóbico do presidente Jair Bolsonaro.
Nos comentários da enquete, muitas pessoas criticam a parlamentar por tratar um assunto tão sério de maneira tão banal e estimular ainda mais a LGBTfobia.
“Se vocês, do Congresso, tivessem se preocupado em legislar sobre o assunto, não haveria a necessidade de uma ADO no STF. Mas para vocês, pouco importa se nossos filhos e filhas estão sendo agredidos, apedrejados, mortos, por serem quem são…. Agora querem malhar o STF, que está simplesmente agindo porque vocês não agiram! Por favor, deputada! Não estimule ainda mais o preconceito!”, comentou Angela Moysés, do grupo Mães pela Diversidade.
“Só quem se preocupa com a possibilidade de criminalização de qualquer preconceito é o próprio agressor. Gente boa de alma não tá nem aí pra isso”. postou um internauta.
“Seria ideal se não precisasse, porém só de ler os comentários fica claro a necessidade”, postou outra.

Fonte: Gay1