sexta-feira, 24 de maio de 2019

O DONO DO PEDAÇO! REYNALDO GIANECCHINI ESTRÉIA NA NOVELA DAS 9 COM BUMBUM DE FORA E QUEBRA A INTERNET

Vai bem dizer que não babou...
No cápitulo desta quinta-feira 23 da novela "A Dona do Pedaço" da Rede Globo, ator Reynaldo Gianecchini fez a estréia de seu personagem o playboy Régis e deixou o público eufórico com o nude de seu personagem.

Na cena ele entra no chuveiro para tomar um banho e a camêra propositalmente mostrou parte do bumbum do galã.

"Eita papai.. Obrigado Rede Globo" Twitou um internauta mais assanhadinho e o assunto tomou conta da internet.

A CAMALEOA ESTÁ DE VOLTA

No domingo 02 de junho a eterna Camaleoa Flúor, Satyne Haddukan, vai estar de volta aos palcos para a alegria de sua legião de fãs e admiradores.

Na primeira década dos anos 2000, Satyne sem sombra de dúvidas foi a maior referência do Ceará quando se falava em Drag Queen.


A camaleoa Flúor abriu portas no Sul do país e ainda hoje é referência para artistas de lá. Satyne volta aos palcos em grande estilo ao assumir o comando de mais uma edição do DRAG NIGHT, especial que abre espaço para as drags cearenses no palco da boate Level.

Na verdade este retortno de Satynne aos palcos deveria ter acontecido durante o Halloween 2018 na Level, mas infelizmente um acidente adiou, esta tão esperada volta.

"Para nós é uma alegria e uma honra imensa ter a Satyne apresentando e performando em nosso projeto Drag Night, afinal uma artista da importância dela para a cena queen de nosso estado, não pode ficar de fora dos palcos." Declarou Vladimir Libério do portal Onix. 


É CRIME SIM! MAIORIA DO STF DECIDE CRIMINALIZAR A HOMOFOBIA

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)considera que a homofobia é crime, equiparando as penas por ofensas a homossexuais e a transexuais às previstas na lei contra o racismo. Uma das principais reivindicações de militantes LGBT no país, o tema chegou à Corte por meio de duas ações, movidas pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transgêneros e Intersexos (ABGLT) e o Partido Popular Socialista (PPS), em 2012 e 2013, respectivamente. O julgamento foi iniciado em fevereiro e, embora seis dos onze ministros já tenham votado pela penalização do crime com até três anos de prisão, a discussão foi suspensa antes de chegar ao fim, e deve ser retomada no próximo dia 5 de junho.

Num país clivado pela polarização política e pela "guerra cultural" entre progressistas e bolsonaristas, o debate no Supremo se transformou em mais um capítulo da disputa entre parte do Legislativo e a cúpula do Judiciário. Expoentes da bancada conservadora no Congresso, empoderados com a chegada do Governo ultradireitista de Bolsonaro ao Planalto, acusam a Corte de querer legislar em temas de costumes, sem ter poder para tal, enquanto os magistrados argumentam que têm independência para fazê-lo e que é dever do Judiciário proteger as minorias sociais. As ações em julgamento acabam tocando diretamente no ponto: elas pedem a fixação de um prazo para que seja criada uma lei específica para os crimes de homofobia. Ou seja: pedem que o STF inste o Parlamento a criar uma legislação e, até lá, estabeleça uma tipificação provisória. Apesar da maioria formada sobre o criminalização da homofobia, o STF ainda não deliberou sobre esse prazo.

A sessão desta quinta começou discutindo justamente se o Supremo deveria avançar no debate sobre a homofobia ou esperar pelo Parlamento. O motivo é que o julgamento ocorreu justamente um dia depois de avançar no Senado um projeto sobre o mesmo tema. Na quarta-feira, e tendo no horizonte a votação na Corte, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o PL 672/2019, que prevê incluir na Lei de Racismo a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. Minutos antes da retomada da discussão no Supremo, o Senado enviou ao tribunal uma petição demonstrando que o tema já estava sendo apreciado no Congresso.

O presidente da Corte, Antonio Dias Toffoli, decidiu então colocar a questão em votação: julgar ou esperar os congressistas? "A preservação da integridade física e moral das pessoas não deve esperar", defendeu o ministro Luís Roberto Barroso. "Quem é atacado e discriminado tem pressa", completou. Já Toffoli, a favor da interrupção do julgamento, defendeu inclusive que a discussão sobre homofobia já havia causado efeito na redução da violência contra esse grupo. “Ao que tudo indica, já houve diminuição nas agressões e na violência”, afirmou, sem citar números. A tentativa de Toffoli de não acirrar ainda mais os ânimos com os conservadores do Congresso falhou. Por 9 a 2, o julgamento foi retomado. 
Durante a sessão, o decano do STF, Celso de Mello, decidiu responder diretamente aos parlamentares conservadores que pedem seu impeachment justamente porque ele e outros três magistrados votaram para criminalizar a homofobia. O pedido de destituição foi feito pela deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF), uma das entusiastas da mobilização pró-Governo Bolsonaro marcada para o próximo domingo e que tem como um alvo das críticas o próprio Supremo. Mello disse que o pedido de impeachment era "manifestação de superlativa intolerância por parte dos denunciantes". “Sem juízes independentes não há cidadãos livres", afirmou.
Fonte: ELPAÍS