sexta-feira, 5 de abril de 2019

HIPOCRISIA! DEPUTADO QUE DISSE QUE TIRARIA UMA TRANS DO BANHEIRO NO TAPA SE ASSUME GAY

Deputado Douglas Garcia, acaba de comprovar que por trás de todo homofobico existe uma gay de direita enrustida.
Explico: Na última quarta-feira (03), Douglas usou a tribuna da Câmara de São Paulo para agredir a Deputada trans Érica Malunguinho.
“Se um homem que se acha mulher entrar no banheiro em que estiver minha mãe ou minha irmã, tiro de lá a tapa e depois chamo a polícia”, afirmou.

Após o discurso de ódio e a poderosa resposta da Deputada Érica, repercurtir em todo o país, inclusive com Érica deixando claro que vai abrir um processo contra Garcia por quebra de decoro parlamentar. Por incrivél que pareça, a Deputada também do PSL Janaina Páschoal  ( a mesma do golpe contra Dilma Roselff), usou a tribuna nesta sexta-feira para "revelar" que o Deputado Douglas Garcia é homossexual. Quanta hipocrisia

Janaína Paschoal, fez um discurso e disse que teve a honra de ser escolhida por Garcia para tornar pública sua sexualidade.
Janaína também contou que o deputado sofreu ameaças de que sua vida pública seria divulgada caso ele não se assumisse. “Como ele está abalado, ele me pediu pra fazer essa confissão. Depois de 25 anos, o Douglas conseguiu conversar com seus pais e dizer que é homossexual”, disse a deputada.
Logo em seguida, Garcia discursou e disse que estava com medo de a declaração prejudicar a bancada do seu partido. “Eu nunca quis falar por ser uma questão pessoal e por eu não utilizar esse fato como bandeira. Sou uma pessoa resolvida e feliz”, disse o deputado.
Esperamos que mesmo com essa "saida do armário" o Sr Douglas não escape do Conselho de Ética e pague por seu discurso de ódio e agora sabemos cheio de hipocrisia.

Da redação Portal Onix com informações Carta Capital.



CELINE DION NEGA BOATOS DE QUE ESTEJA NAMORANDO O DANÇARINO PEPE MUÑOZ: “É MEU MELHOR AMIGOP E ELE É GAY”


A cantora Celine Dion, enfretou meses de especulações sobre sua vida amorosa, após ter sido fotografada com o dançarino espanhol (e gato, diga-se de passagem) Pepe Muñoz.
Em entrevista a uma rede de TV, Celine deixou claro que não namora o amigo:
 “Pepe é gay e, a principio acho que algumas pessoas não sabiam disso.”

O marido da cantora René Angélil, com quem foi casada por 22 anos, faleceu em 2016 e segundo Celine o começo da amizade com Muñoz a ajudou a superar sua dor.
“Ele é meu melhor amigo e faz muito por mim e dançamos juntos, as pessoas realmente achavam que havia um romance acontecendo. Ele fez muito por mim, pela minha saúde mental, minha espiritualidade, minha força.”

Ao falar sobre seu falecido marido, ela se emociona: “Foi um desafio voltar ao palco. Eu não sabia se ia ter força e coragem para cantar novamente, porque René sempre cantou comigo.”

Confira cliques de Celine e Pepe juntos, uma prova que amizade não tem gênero:













AGÊNCIAS DA ONU PEDEM QUE BRUNEI REVOGUE DISPOSIÇÕES PENAIS DISCRIMINATÓRIAS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) manifestaram na quinta-feira (4) preocupação com as novas disposições do código penal de Brunei, que entraram em vigor na quarta ( 03).

O novo código, que impõem a pena de morte para a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo, para adultério e por ter filho fora do casamento, violam várias normas internacionais de direitos humanos, incluindo o direito de viver livre da tortura, de penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. As disposições terão um significativo impacto negativo na saúde e bem-estar geral da população do país asiático, disseram as agências da ONU.
“Essas punições extremas e injustificadas levarão as pessoas à clandestinidade e as deixarão fora do alcance dos serviços de tratamento e prevenção do HIV capazes de salvar vidas”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Peço insistentemente a Brunei que suspenda ou revogue as emendas ao código penal e ofereço o apoio do UNAIDS para garantir que as leis sejam baseadas em direitos humanos, em evidências, e que protejam os mais vulneráveis.”
As leis que punem a orientação sexual, as relações entre pessoas do mesmo sexo e os cuidados de saúde reprodutiva são discriminatórias e têm um impacto desproporcional sobre as mulheres, criando barreiras para acesso a informações e serviços de saúde, o que aumenta a vulnerabilidade ao HIV e a outros problemas de saúde, disseram as agências. Impedir o acesso à saúde e aos direitos sexuais e reprodutivos, incluindo serviços de HIV, tem impacto negativo para a saúde pública.
“Toda pessoa, sem distinção, têm o mesmo direito de viver livre de violência, perseguição, discriminação e estigma de qualquer tipo. Direitos humanos são universais. Práticas e crenças culturais, religiosas e morais e atitudes sociais não devem ser usadas como justificativa para violações de direitos humanos contra qualquer grupo, independentemente de gênero ou orientação sexual”, declarou Natalia Kanem, diretora-executiva do UNFPA.
A criminalização da conduta sexual entre pessoas do mesmo sexo tem aumentado o estigma e proporcionado o aumento da discriminação, da violência e do assédio. As evidências mostram que, onde as comunidades são criminalizadas, elas ficam mais vulneráveis à violência e são menos propensas a buscar e ter acesso aos serviços de saúde necessários, além de se tornarem menos capazes de se proteger contra a infecção pelo HIV. Criminalizar as pessoas também atrapalha o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Assembléia Geral das Nações Unidas, lembraram as agências.
O UNAIDS e o UNFPA manifestaram preocupação com o aumento de políticas e da retórica conservadora e discriminatória em vários países, o que pode potencialmente dar origem a violência, estigma e discriminação contra as pessoas com base em gênero, identidade de gênero e orientação sexual. Discussões recentes com governos na região Ásia-Pacífico destacaram a necessidade de implementar leis e políticas informadas por evidências e baseadas nos direitos humanos.
As agências da ONU também disseram apoiar os apelos do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e a carta aberta dos relatores de direitos humanos das Nações Unidas para suspender a implementação do código penal revisado.
Além disso, incentivam todos os governos a proteger os direitos humanos de todas as pessoas. Isso inclui a revogação de leis criminais contra condutas sexuais adultas consensuais e decisões sobre reprodução, implementação de leis para proteger todas as pessoas contra violência e discriminação e garantia de serviços de saúde adequados, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva acessíveis para atender suas necessidades.
Fonte: NAÇÕES UNIDAS