O PORTAL LGBTI+ DO CEARÁ

O PORTAL LGBTI+ DO CEARÁ

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

LUIZ FERNANDO GUIMARÃES CURTE BANHO DE RIO COM O MARIDO EM SÍTIO DO CASAL

Luiz Fernando Guimarães está aproveitando os primeiros dias do ano com o marido, Adriano Medeiros, no sítio do casal, localizado em Itaguaí, no interior do estado. O local é o refúgio preferido dois dois, que gostam de andar a cavalo, curtir o verde e tomar banho de rio, como mostra esse registro aí, publicado por Adriano no Instagram. Ôh vida boa!
FONTE: EXTRA

SEXTOU - CONFIRA NOSSA AGENDA E SE JOGUE!


O que não falta em Fortaleza e balada para você ferver, então confira o cardapio e se JOGUE!

SEXTA - 04

BOATE LEVEL

O ano mal começou e primeira Calourada de 2019 já chegou com tudo! Retirem suas fantasias do armário, caprichem no look. 

A fantasia mais criativa receberá premiação.

A T R A Ç Õ E S

Pista Pop/Funk
Brenna Conceccer
Danley Barros
David Arthênio
Hermesson Rutielle
Luiz Neto

Pista House
Isa Alves
+Dj Convidado

Peformance
Grupo Pi'dance

INGRESSOS
Na lista até 12hrs: R$ 10 (Referente a meia entrada)

Sem lista: R$ 20 (Referente a meia entrada)


THERMAS CALIFORNIA



Tablata Fiterman apresenta mais uma edição do Abriu Ganhou.

ROMMEO


Estamos começando Janeiro com tudoooo! Hoje tem a festa Pop Chiclete com os djs Jona Bautrip e Rachid Barros tocando os melhores hits para ferver todos vocês!


















SÁBADO 05


LEVEL
Que tal começar o ano do jeito que a gente gosta: SARRANDO MUITO? Vale tudo ta de volta e pra botar quente logo a gente trás o MELHOR DO FUNK, POP, HOUSE E BRASILIDADES de 2018 juntamente com os hits que prometem bombar no CARNAVAL de 2019! Então taca aquele shortinho e vem rebolar a raba com a gente!


AQUELE ESQUENTA?!
Cerveja & Drinks Colors & Vinho liberados até 00h.

BILHETERIA:
com lista até 00h: R$ 15
com lista após 0h ou sem lista: R$ 25
Camarote: R$ 80

DJs POP/FUNK:
David Arthenio - Diellen Menezes - Emmanuel Costta - Fabio Balack - Humberto Eric - Italo Bergman - José Cavalcanti - Lourran - Luiz Neto - Olivia Oliboni - Ph Archibald- Sergio Klisman

PERFORMANCES
IQueen - Rafaela Metralha - Victorya Tithan


DRAGON 

ABERTURA DAS FÉRIAS
Dia 5 de jan teremos shows do grupo THE CRAZY e do gogoboy Apolo Neto com a apresentação da hostess Tatiana Hilux

ROMMEO



DOMINGO 06

LEVEL


Dona de um vozeirão incrível, Alessandra Nagy, espera por todos dia 06 DE JANEIRO AS 22H NA BOATE LEVEL.

E ainda tem Show especial com EMMA SALVATORE E NATALLY SARON. 

Após os shows, Lourran Carneiro e Marcelo Fort garantem o FERVO do melhor domingo de Fortaleza. 













ROMMEO
O primeiro domingo do ano vai ter muito bate cabelo com as Drags Suellen Ohannes e Aynna Tithan!
Vai ter muito house com house com os DJs Fábio Slupie + Jona Bautrip e toda a sensualidade do Gogo Apolo Neto.
Ingressos: R$ 25



REDE TRANS BRASIL LANÇA NOTA DE REPÚDIO AS DECLARAÇÕES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E DOS ATUAIS MINISTROS DA EDUCAÇÃO E, MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS.



Confira na íntegra a nota de repúdio da Rede Trans Brasil contra as declarações de Bolsonaro e seus ministros:

Nota de repúdio as declarações do Presidente da República e dos atuais Ministros da Educação e, Mulher, Família e Direitos humanos



Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil – REDETRANS Brasil teve sua fundação e registro no ano de 2009 na cidade do Rio de Janeiro, instituição nacional que representa as Travestis e Transexuais do Brasil.
Rede Trans Brasil coloca-se como instrumento de expressão da luta pelos direitos humanos e o exercício pleno da cidadania de Mulheres Travestis, Mulheres Transexuais e Homens Transexuais contra quaisquer formas de discriminação, além de priorizar o fortalecimento de políticas públicas governamentais nas três esferas bem como a garantia de uma legislação, que ampare essas populações.
A falta da discussão sobre identidade de gênero é muito preocupante, pois compromete o debate e a formação de futuros cidadãos e cidadãs, com base em concepções distorcidas sobre uma suposta “ideologia de gênero”, no intuito de barrar a inclusão do tema gênero nas escolas, violentando crianças que necessitam do ambiente escolar como amparo e referência de mundo para seu desenvolvimento.
A expressão “ideologia de gênero”, criada por conservadores, inexistente nos debates acadêmicos, advém de correntes religiosas fundamentalistas e anacrônicas, que além de não acompanharem os avanços na discussão sobre gênero no Brasil, fazem uma propagação equivocada de forma massiva do termo, indo de encontro ao que estabelece o Art. 5º da Constituição Federal de 1988, ao destacar a igualdade de todos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza – entendendo-se aqui inclusive as diferenças quanto a sexo, orientação sexual e identidade de gênero;
O debate sobre gênero, isto é, sobre uma educação não sexista e anti-discriminatória é muito importante, como uma medida de aumento na qualidade de ensino e, consequentemente, da educação como um todo; e negá-lo não é simplesmente manifestar uma opinião contra a população de pessoas trans, mas é desrespeitar leis e recomendações internacionais que o país adota como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, Princípios de Yogyakarta, que tratam sobre a aplicação da legislação internacional de direitos humanos em relação à orientação sexual e identidade de gênero, e ainda mais recentemente no Brasil, no caso da Lei Maria da Penha, que prevê em seu 8º artigo que estejam presentes nos currículos escolares em todos os níveis de ensino “conteúdos relativos aos direitos humanos, à equidade de gênero e de raça ou etnia e ao problema da violência doméstica e familiar contra a mulher”.
O Brasil lidera um ranking de assassinatos de mulheres travestis e transexuais bem como ocupa as primeiras posições em assassinatos de mulheres em geral por seus próprios companheiros, num total de oitenta nações. Vivemos ainda em um país que as mulheres recebem salários 30% inferiores aos dos homens e se recusar a prevenir a violência, promovendo a igualdade de oportunidades por meio do principal instrumento de formação, que é a educação, é uma grande irresponsabilidade sem precedentes. 
A Constituição Federal que assegura o Estado Laico, respeitando-se a diversidade religiosa bem como a não crença, não pode favorecer valores de nenhuma religião em detrimento das demais, utilizando argumentos religiosos fundamentalistas para se justificar posições conservadoras. 
A Rede Trans Brasil entidade representativa que já tratou desses temas em Conselhos como Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – (CONANDA) e Conselho Nacional de Combate a Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT) reafirma sua postura que todas as gestões públicas prezem pela desconstrução dos preconceitos, que geram violências e sofrimento e que a educação das crianças e adolescentes se paute pelos valores da igualdade e da não discriminação, minimizando, assim, o atual quadro de exclusão social da população de pessoas trans ainda desprovida na sociedade de igualdade em oportunidades de trabalho, tendo como a “expulsão” das escolas como um dos complicadores desse quadro social, e, portanto, que a lembrança das nossas vidas não seja somente quando a esquina da noite cheia de mazelas notívagas seja a única forma de sobrevivência.
Com isso repudiamos tanto as declarações do Presidente da República e dos atuais Ministros da Educação e Mulher, Família e Direitos humanos, que desconhecem o que é Identidade de Gênero muito menos a realidade cruel de sobrevida de pessoas trans no Brasil, com suas primeiras declarações e posturas como representantes do Estado, desrespeitando e ferindo a existência de cidadãs e cidadãos dessa nação e que necessitam de garantias para se manterem vivas e com dignidade.

DOCUMENTÁRIO ‘CARTA PARA ALÉM DOS MUROS’ RECONSTRÓI TRAJETÓRIA DO HIV E DA AIDS NO BRASIL

O documentário “Carta para Além dos Muros” reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e outros atores, além de farto material de arquivo.
Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas.
Com base nessa abordagem histórica, o filme trata do modo como o HIV é encarado na sociedade atual, revelando um quadro de desinformação e discriminação persistentes, que atingem sobretudo as populações mais vulneráveis.
O documentário investiga o porquê da evolução no tratamento do HIV não vir acompanhada da mudança de mentalidade em relação à infecção. Um dos depoimentos retratados no filme, da imunologista Márcia Rachid, resume bem este desafio: “falar de HIV hoje tem o mesmo mistério de 35 anos atrás. Não pode!”.
O diretor André Canto entrevistou especialistas, pessoas que vivem com HIV, personalidades e autoridades. Estão no documentário nomes como os ministros da saúde que foram chave para que o Brasil se tornasse referência na resposta à epidemia, José Serra e José Gomes Temporão; os médicos Dráuzio Varella, Ricardo Tapajós, Ricardo Vasconcelos e Rosana Del Bianco; a apresentadora Marina Person; Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, além de jovens que se tornaram a nova voz desta epidemia. 
“Contar a história da epidemia de AIDS significa tocar nos medos e nas memórias soterradas de pelo menos duas gerações. Dezenas de milhões de pessoas chegaram à vida adulta no Brasil dominadas pelo pavor de serem infectadas pelo HIV. Os gays viveram um medo duplo, tanto pela doença, que no início os afetava quase que exclusivamente, quanto pela discriminação que já sofriam. Uma combinação que só contribuiu para aumentar ainda mais o clima de incompreensão acerca do HIV”, explica Canto.
“Apesar de todos os avanços no tratamento e no entendimento da doença, muito desse medo e dessa incompreensão ainda persiste. O filme não é um trabalho psicanalítico, nem um relatório informativo sobre o HIV e a AIDS. Ele se propõe a ser um estopim, para tocar algo que permanece inconsciente no espectador, para mobilizá-lo, para instigá-lo a uma reflexão importante e incontornável sobre o HIV em nossa sociedade, para provocar uma mudança de postura e perspectiva sobre a história da AIDS e sobre a realidade atual do HIV”, conclui o diretor.

Fonte: ONU

APÓS DECLARAÇÃO ABSURDA, VESTINDO AZUL, DAMARES ALVES SE DIZ CONSTRANGIDA COM VENDEDOR QUE PERGUNTA SE É MENINO OU MENINA


A Srª Damares Souza, não tem a minima condição de ocupar o cargo de Ministra da Mulher, Familia e direitos Humanos, já que é incapaz de abandonar seus preconceitos e suas ideologias religiosas.
Mesmo após uma "midiática" e questionavél reunião com alguns militantes do movimento LGBT, Damares após sua posse fez uma declaração para lá de preconceituosa, aonde comeora uma "nova era" aonde meninos vestem azul e meninas vestem rosa."

 “Neste governo, menina será princesa e menino será príncipe. Ninguém vai nos impedir de chamar nossas meninas de princesa e nossos meninos de príncipe”, declarou em seu discurso de posse.

Na madrugada desta sexta-feira 04 um video postado na web, mostra Damares irritada com um vendedor de uma loja de shoping em Brasilia, que ao vê-la vestida de azul, perguntou se ela era menino ou menina. O vídeo rapidamente viralizou confira:






"Somos LGBT+ e vamos resistir" ONG PROJETA MENSAGEM DE APOIO À CAUSA LGBT EM PRÉDIOS DO DF


Realizada pela ONG All Out, uma intervenção em prédios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, projetou a mensagem “Somos LGBT+ e vamos resistir”, na noite de quarta-feira, 2.
A projeção iluminou o Congresso Nacional, um muro próxima à Catedral Metropolitana e o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.


Segundo Ana Andrade, a gerente de campanhas da All Out no Brasil, informou ao G1, o ato foi encerrado com a chegada da Polícia Legislativa.
O grupo desenvolve campanhas em defesa dos direitos LGBTs em diversos países. De acordo com o site da organização, a All Out é um movimento global em defesa do amor e da igualdade.
Com informações: Catraca Livre