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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

TRANSEXUAL GASTA MAIS DE R$ 15 MIL PARA FICAR IGUAL A VALESCA POPOZUDA

Amor de fã é sem limites. Há cinco anos, a cabeleireira Bruna Anghell Santhiago virou transexual e, depois de um longo tratamento psicológico para decidir a mudança de sua identidade, ela resolveu que iria se inspirar em sua musa, a cantora Valesca Popozuda. Moradora de Niterói, todo o dinheiro que ela ganha é revertido para ficar cada vez mais parecida com a funkeira.


Só de próteses, colocadas nos seios e no bumbum, ela pagou R$ 15 mil. E a quantidade de silicone é a mesma usada por Popozuda. “Minhas transformações em Valesca foram só do pescoço para baixo. Não mudei nada em meu rosto. Nos seios trago 400ml em cada um e no bumbum a mesma quantidade em cada nádega”, conta Bruna.
Mas seus gastos não param por aí. As roupas de show que Valesca usava quando deixou a Gaiola das Popozudas foram reproduzidas nos mínimos detalhes e sem economia! “Para o macacão branco, com cristais Swarovski, paguei R$ 2,5 mil. As outras roupas custaram em torno de R$ 500 e R$ 800. Minha costureira fica louca, mas adora ir nas minhas ideias”, diz.
Amor inigualável
O amor que tem por Valesca se iguala em termos de importância ao sentimento que tem pela mãe, Maria. “Depois da minha mãe, Valesca é a pessoa mais importante da minha vida”, afirma. A funkeira não controlou a emoção ao saber que é tão querida por Bruna. “Eu acabei chorando aqui”, disse Valesca ao EGO por e-mail: “Ela é uma pessoa encantadora, uma fã por quem eu tenho um carinho muito grande. Ela sai de Niterói para me ver nos shows e participar na plateia dos programas que estou. Carinho igual a esse temos que guardar para sempre, pois é verdadeiro e real.”
Rejeitada pela mãe
A decisão de assumir a sua transexualidade custou a Bruna Anghell cinco anos de solidão. Quando foi informada pelo então filho que queria mudar de identidade, sua mãe não aceitou e Bruna resolveu sair de casa. Mudou-se para o Centro de Niterói, onde viveu sozinha durante cinco anos. “Foi muito difícil. Sofria todos os Dias das Mães, Natal e aniversário da minha mãe", lembra.
Até que, depois de transformada, foi ajudada pelas primas. Elas organizaram um almoço na casa onde moram e convidaram a tia para reencontrar a filha. “Minhas primas levaram dois meses para convencer minha mãe a me aceitar. Quando fui a seu encontro, pensei que ela fosse morrer. Ficou dez minutos me olhando, estática. Precisou tomar um copo de água com açúcar e me falou: ‘Meu Deus, o que fizeram com o meu filho...”. Daí, eu respondi: ‘Mãe, só mudei meu estereótipo. Na essência continuo sendo seu filho.’ Foram lágrimas, sorrisos e hoje não passo mais uma data sozinha. Até hoje é difícil abrir esse baú de memórias”, desabafa Bruna.
Com informações:EGO

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