O PORTAL LGBTI+ DO CEARÁ

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sábado, 28 de junho de 2014

CHEGOU A VEZ DAS MENINAS! CLARA E MARINA FICAM NOIVAS E SE BEIJAM NA NOVELA 'EM FAMÍLIA'

E não é que o beijo entre Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) aconteceu? Em cena prevista para ir ao ar na segunda-feira 30, Marina compra uma aliança de presente para a namorada e mostra uma joia semelhante em seu dedo. Após o momento, super-romântico, as duas selam a união com um beijo. A cena, gravada ontem, foi dirigida por Adriano Melo e também com a presença de Maria Eduarda. Na ficção, sua personagem presencia o momento feliz entre as namoradas e fica irritada.

- A cena não teve nada de diferente do que qualquer outro dia de gravação. É uma relação entre duas mulheres e o beijo faz parte - diz Maria Eduarda. - A Vanessa fica indignada, mas, no fundo, está com ciúmes. Ela queria que o pedido estivesse sendo feito para ela.
O carinho entre Clara e Marina é o primeiro beijo gay feminino exibido no horário nobre da Globo. Novela anterior, "Amor à vida" entrou para a história por exibir o primeiro beijo gay masculino do horário nobre entre os personagens Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano).

Reza a lenda que o primeiro da teledramaturgia foi entre Alda Alves e Geórgia Gomide em “A Calúnia”, teleteatro de 1963, na TV Tupi. Não há registros da cena. Em 1990, Raí Alves e Daniel Barcellos compartilharam um beijo discreto na minissérie “Mãe de santo”, da TV Manchete, em câmera lenta e na penumbra. Na TV Globo, foi em 1995, em “A próxima vítima”, de Silvio de Abreu, que surgiu um casal gay que deu o que falar: Jefferson (Lui Mendes) e Sandrinho (André Gonçalves). Mas o beijo nunca chegou a ser cogitado.


Três anos depois, o casal Rafaela (Christiane Torloni) e Leila (Silvia Pfeifer) em “Torre de Babel”, da Globo, também de Silvio de Abreu, foi rejeitado pelo público. Elas morreram numa explosão. Já em 2003, parecia que o espectador estava mais tolerante à relação das namoradas Clara (Alinne Moraes) e Rafaela (Paula Picarelli), em “Mulheres apaixonadas”, de Manoel Carlos. No final da trama, as duas deram um selinho, mas de mentira: elas estavam atuando no teatro. No ano seguinte, outro casal foi visto no ar: Jennifer (Bárbara Borges) e Eleonora (Mylla Christie), de “Senhora do destino”, de Aguinaldo Silva, dormiam na mesma cama, mas só.

Em 2005, “América”, de Glória Perez, o aspirante a estilista Junior (Bruno Gagliasso) e o peão Zeca (Erom Cordeiro) terminaram juntos e a cena do beijo chegou a ser gravada, mas a emissora decidiu não colocá-la no ar.

O canal teve ainda outros dois casos de beijos gays que foram gravados mas não foram exibidos: na série “Clandestinos” (2010), entre o ator Hugo (Hugo Leão) e o diretor Fábio (Fábio Henriquez), e na minissérie “Um só coração” (2004), protagonizado pelo próprio Mateus Solano.

Em 2011, o SBT enfim exibiu o primeiro beijo gay em novelas, em “Amor e revolução”. Na história, a advogada Marcela (Luciana Vendramini) se apaixona por Marina (Gisele Tigre), a dona de um jornal. Na TV por assinatura nacional, o beijo entre pessoas do mesmo sexo já não é novidade. Em realities shows e programas de entretenimento, homens e mulheres já haviam se beijado em vários canais abertos.


Na TV por assinatura nacional, o beijo entre pessoas do mesmo sexo já não é novidade. Em realities shows e programas de entretenimento, homens e mulheres já haviam se beijado em vários canais abertos.

Após a exibição do capítulo final, a Globo divulgou nota sobre o esperado beijo entre Niko e Félix.

- Toda cena de novela é consequência da história, responde a uma necessidade dramatúrgica e reflete o momento da sociedade. O beijo entre Felix e Niko selou uma relação que foi construída com muito carinho pelos dois personagens. Foi, portanto, o desdobramento dramatúrgico natural dessa trama. A pertinência desse desfecho foi construída com muita sensibilidade pelo autor, diretor e atores e assim foi percebida pelo público. É importante lembrar que o relacionamento homossexual sempre esteve presente nas nossas novelas e séries de maneira constante, responsável e natural. A cena esteve de acordo com essa premissa e com a relevância para a história.
Com informações:Rede Globo


quarta-feira, 25 de junho de 2014

INTERPLANETÁRIA DRAG ABRE TEMPORADA QUEEN DA BOATE DIVINE.

No próximo sábado 28 de junho, acontece mais uma edição do concurso de performance andrógina, Interplanetária Drag, que abre oficialmente a temporada Queen da boate Divine, que tem como ponto alto o Top Drag Divine em agosto.
No interplanetária as candidatas representam os planetas de nosso sistema solar e ganha quem leva a produção mais criativa.
A apresentação fica por conta de Heron Braccio, no domingo a grande atração é Hairam Manzon que comemora 10 anos de uma carreira brilhante.
Já viu que não da para perder.

sábado, 21 de junho de 2014

"HULK TEM TRAUMA DE BUMBUM GRANDE", REVELA ESPOSA DO JOGADOR.

Paraibana como o marido, Iran Ângelo, de 37 anos, tem gosto de falar dos atributos dele. O famoso bumbum do craque, de impressionantes 111 centímetros, merece menção especial. “Chama a atenção mesmo, o que eu posso fazer? Não adianta eu me estressar com assédio. As mulheres passam e olham. Tenho que curtir e aproveitar. Sou uma mulher de sorte”, diz, aos risos, antes de entregar que é Hulk quem tem “trauma” do tamanho avantajado. “Ele ficou chateado quando mostrei que a sunga dele tinha que ser ‘extra G’”.
Parece improvável, mas Iran jura não sentir ciúmes do jogador. Conta, orgulhosa, que deixa que ele saia com os amigos para curtir noitada. Não tem medo de maria chuteira. “O que é nosso ninguém tira. Não adianta ficar prendendo marido, porque se ele quiser aprontar, vai aprontar”, ensina. “Só peço para que ele me respeite, não me exponha. Com tanto tempo junto, eu não tenho do que reclamar”.

Vaidoso

— Ele adora se vestir bem. Mas a maioria das roupas dele sou eu quem compro. Ele não liga pra grifes 


Grudento

— Ele tem o hábito de me ligar para perguntar de tudo, saber como estamos. Me liga dez vezes por dia!


Ciumento

 — Ele não me deixa sair de roupa curta, é um problema 


Pai coruja

— Ele é superapegado aos filhos. São as duas maiores paixões da vida dele. Faz tudo pelos meninos.


Protetor

— Depois que a minha cunhada foi sequestrada, ele ficou muito preocupado. Só andamos com segurança 

Comilão

— Ele é viciado em carne. E come muito bem, mas o básico, o arroz e feijão. Não é fresco para comer, não.


Paraibano

— O sonho dele é poder um dia voltar a morar aqui. Mas ele sabe que vai ter que esperar a aposentadoria.

Com informações:Cidade Verde.

UMA JUSTA HOMENAGEM! PARABÉNS DIVINE.

No domingo 15 de junho através da Diva Lorrana Layser, a direção da boate Divine, prestou justa homenagem ao seu carismático gerente Beto, que faleceu no dia 05.
Após chamar vários artistas ao palco, entre eles Flávia Fontenelle, Camilly Leycker,Tablata Fiterman, Naara Vuitton e Buana D’Bauer, Lorrana reinaugurou o palco mais tradicional do Nordeste e que é referência no descobrimento de talentos LGBT em todo o Brasil com o nome de EDILBERTO SOUSA BRITO, eternizando assim a lembrança de um de seus mais ilustres e queridos funcionário.
Confira as fotos clicando aqui:

domingo, 8 de junho de 2014

PAULISTA KENYA SMITH É ELEITA MISS GAY RIO DE JANEIRO.

Nascida em Campinas, interior de São Paulo, a belíssima negra Kenya Smith foi a vencedora do título de Miss Gay RJ, durante o concurso realizado na madrugada deste domingo, 8, na quadra da Unidos da Tijuca, na Zona Portuária do Rio. Segundo a estilista Bruna Been, foram investidos R$ 27 mil somente para a confecção dos trajes típico e de gala que a miss desfilou na passarela.
Além da coroa de realeza, a paulista levou ainda um troféu na categoria “Melhor traje da noite” com uma composição de duas peças cravejadas por milhares de cristais austríacos coloridos, vitrilhos
“Ganhar o título foi surreal. A luta foi grande, a preparação e a batalha. Conseguimos derrubar todos os obstáculos. Não ganhei sozinha. Dedico para cada pessoa que me ajudou desde aquelas que colocaram cada pedrinha no meu vestido”, contou a eleita ao EGO .
Nossa eterna Miss Gay Universo Adma Shiva, ficou em terceiro lugar, na opinião do juri, mas foi eleita a melhor da noite pela maioria do público presente. Resultado de sua passarela impecável, elegância e beleza o que lhe transformou em um ícone de nossas passarelas. 

sábado, 7 de junho de 2014

TRAVESTIS ROMPEM PRECONCEITOS E FAZEM SUCESSO NO MUNDO DO FUNK

Se durante muito tempo o funk foi considerado um ritmo com profusão de letras homofóbicas, uma geração de artistas homossexuais está disposta a mostrar que o gênero também tem espaço para o público LGBT. Três deles, as cantoras e compositoras Carol Vieira, a MC Xuxu; Camilla Monforte, a MC Transnitta; e Julyanna Barbosa, a Mulher Banana; levam para o público músicas que colocam em pauta os seus dilemas particulares. Em outras de suas obras, os temas são absolutamente universais.
Música ajudou em transição
Naquele tempo, ela ainda tinha formas masculinas e era professor de lambaeróbica em Queimados, na Baixada Fluminense. Sua trajetória começou a mudar quando ganhou espaço no programa de rádio de uma amiga.
Após pedir permissão aos pais para se expor e, consequentemente, acabar revelando a sua sexualidade para toda a vizinhança no programa de rádio, Julyanna começou a ganhar espaço usando o pseudônimo de Garota X. Ao longo do tempo, passou a compor versões com a visão gay de sucessos consagrados. Logo, começaram a ser pedidas pelos ouvintes.
Mas a Garota X saiu do armário definitivamente quando em uma apresentação em um pagode, ela decidiu cantar. Um DJ da Furacão 2000 ouviu e percebeu que ali estaria um sucesso.
A transição para as formas femininas que possui atualmente aconteceu diante do público. “Quando eu comecei a cantar, a minha aparência era masculina ainda, porque eu não tinha certeza de que ia dar certo. Era um menino com maria chiquinhas, com umas roupas engraçadas. A garota X era um personagem que eu colocava só no palco. As pessoas começaram a me reconhecer nas ruas, mesmo trajada com roupas masculinas. Então eu resolvi tirar a Garota X do armário. Foi quando eu comecei a fazer uso de hormônios. Foi acontecendo gradativamente com a minha carreira. Eu cantava de calça, a minha aparência foi mudando, fui colocando uma calça capri e, mais tarde, uma roupa de colegial, que era o meu sonho de infância.”
Julyanna afirma que a presença de gays nos bailes funk passou a ser mais comum quando eles começaram a se enxergar no palco nas figuras dela e de sua amiga Lacraia. E, em todas as apresentações, fez questão de passar mensagens contra a homofobia ao seu público.
Quando veio a época das mulheres-fruta, mais uma vez apelando para o humor que sempre foi comum em duas letras, ela criou o personagem da Mulher Banana, uma evolução mais sensual e amadurecida de si. A música, com versos como: “Não tem Mulher Melancia, Mulher Jaca ou Moranguinho/ sou a Mulher Banana sou mais o meu popozinho.” Acabou por atingir um público inesperado, o das crianças, e ganhou algumas versões de fãs no YouTube.
MC Xuxu faz shows em todo o país
Nascida em Juiz de Fora (MG), a cantora e compositora Carol Vieira, mais conhecida como MC Xuxu, começou a carreira cantando rap. “Na minha comunidade, existe a Posse de Cultura Hip Hop Zumbi dos Palmares. Eu ganhei uma letra de um dos membros, a trabalhei e comecei a cantar. Meu primeiro show foi em uma escola, fui bem recebida e  gostei da ideia de ser uma cantora porque, até então, eu só dançava.”
A influência do funk veio após uma temporada de dois anos que a cantora viveu em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Na capital fluminense, Carol frequentou vários bailes e passou a gostar da energia do ritmo. “Acabei voltando para a minha cidade com este amor pelo funk carioca” conta ela.
A inspiração do Rio se reflete em algumas letras que foram compostas na cidade. Este é o caso de Desabafo, seu último clipe. Com a influência de cantoras como Wanessa e Beyoncé, Xuxu utiliza a internet como a principal arma de divulgação para falar com seu público. Dona do hit Um Beijo, que tem quase um milhão de visualizações, faz questão de participar de todas as etapas de produção de cada vídeo que vai para a internet.
“O meu foco é o público LGBT. Todas as minhas músicas são voltadas para nós. Nas letras eu tento amenizar a homofobia, mostrar a diversidade e tudo o que fale da nossa vida e da minha vida, de uma travesti de 25 anos. Tudo o que eu penso, o que eu vivo eu procuro colocar nas minhas músicas,” diz ela.
MC Transnitta gosta das múltiplas possibilidades do funk
Com uma carreira mais recente, Camilla Monforte, a MC Transnitta, faz do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, a sua base para conquistar o mundo do funk e acabar com o preconceito. O clipe de Para Menino, gravado na comunidade e lançado em fevereiro deste ano, já atingiu mais de 80 mil visualizações.
Apesar da alegria que imprime às canções que interpreta, a história da cantora começou com um capítulo triste: quando ela se assumiu transexual para família, aos 17 anos, foi expulsa de casa e, sem ter para onde ir, foi viver nas ruas.
Nesta época, ela teve o primeiro contato com o funk: “Ao mendigar por comida e pela misericórdia das pessoas, eu comecei a ouvir aqueles rappers nas máquinas da Central do Brasil. E comecei também a conhecer o funk. Porque ali perto tem o Morro da Providência e as pessoas desciam ouvindo a música e eu comecei a me identificar com as letras.”
Ela afirma que, ao ir morar no Alemão, conheceu a favela de verdade. Lá também começou a conquistar espaço como cover oficial da cantora Anitta. Daí veio o nome artístico, que começou a usar na época que imitava os trejeitos da artista, e que decidiu manter na carreira solo, como uma forma de homenagem à cantora e para não esquecer da própria trajetória.
“Eu tentei emprego em lanchonete, em firmas de limpeza, em inúmeras coisas. Mas nunca fui aceita. Então eu fui participar de um concurso cover e fui desclassificada por ser transexual. Os bailarinos da cantora foram jurados do concurso e o vídeo chegou até ela, que abraçou a minha causa com todo o carinho e me deu uma chance de empregabilidade. A Anitta foi a pessoa que deu o meu primeiro emprego, o meu primeiro salário. Talvez ela não tenha nem noção do bem que ela me fez,” diz ela.
Ela destaca a faceta democrática do ritmo como preponderante para a sua popularidade: “O funk é muito aberto. Qualquer um pode chegar em um estúdio, pagar uma produção de funk e fazer uma música. Jogou na internet, esta música vai circular de qualquer maneira, sendo boa ou ruim.”
Funk oferece visibilidade para grupos marginalizados
Para Cláudio Nascimento, coordenador do Rio sem Homofobia, os artistas gays do funk dão visibilidade aos homossexuais que vivem em comunidades e prestam um grande serviço na luta contra o preconceito sexual e racial.
“O funk acaba sendo um grande canal libertário de difusão de informações de combate ao preconceito ao público LGBT. Quando você vê uma transexual ou um gay, você gera uma discussão no grupo, mas também o extrapola, pois o funk tem uma perspectiva muito ampla.”
E ainda complementa: "A medida que as pessoas veem que há uma travesti, uma transexual cantando funk e que ela poderia ser uma cantora heterossexual e que isso não a faria diferente, que um gay não seria melhor e nem pior do que um cantor hetero, acaba gerando uma visibilidade de que eles podem estar em todos os lugares, inclusive no funk."
VEJA OS VÍDEOS DAS MENINAS

sexta-feira, 6 de junho de 2014

APRESENTADORA DA TV DIÁRIO FAZ PEDIDO EMOCIONANTE A DIREÇÃO DA BOATE DIVINE PARA HOMENAGEAR O AMIGO BETO. CONFIRA:

Após a morte de Beto gerente da boate Divine o Facebook recebeu centenas de mensagens de carinho e pesar de amigos, clientes e artistas de todas as partes do mundo, mas um pedido emocionante feito pela apresentadora da TV Diário e amiga pessoal de Beto, Lena Oxa chamou a atenção de todos.
Lena postou uma mensagem aos proprietários da tradicional boate pedindo uma oportunidade de subir ao palco e prestar uma ultima homenagem ao amigo falecido.
Confira:

CORPO DE BETO GERENTE DA BOATE DIVINE SERÁ SEPULTADO NESTA SEXTA-FEIRA NO MEMORIAL FORTALEZA.

A comunidade LGBT de Fortaleza e os inúmeros artistas espalhados pelo Brasil e pelo mundo, foram surpreendidos na noite passada com a triste noticia do falecimento de Beto, que esteve na gerencia da tradicional boate Divine durante quase quatorze anos.


Com seu carisma e sua alegria Beto conquistou o carinho e o respeito de artistas e clientes da Divine que desde a noite passada enchem o Facebook com mensagens de carinho e pesar vindas de todas as partes do mundo, em uma clara demonstração de que Beto tornou-se uma unanimidade e que jamais será esquecido.
O sepultamento será realizado as 14:00 desta sexta-feira 06 de junho no Cemitério Memorial Fortaleza localizado em Maracanaú região metropolitana.
Confira localização no mapa abaixo.

domingo, 1 de junho de 2014

6 MOTIVOS PARA ASSISTIR MALÉVOLA (ALERTA DE SPOILERS!)

Novo filme da Disney estreou nesta quinta-feira (29) nos cinemas

1. A cena fofa da Angelina com a filha
A filha de Angelina Jolie (Malévola) e Brad PittVivienne Jolie-Pitt, fez sua estreia nos cinemas no papel da princesa Aurora com 5 anos. No filme, Malévola luta com sentimentos contraditórios pela pequena Aurora, em momentos parece odiar, mas na verdade a ama de verdade e a protege.
A cena em que a Aurora de Vivienne abraça Malévola é um dos momentos mais fofos do filme e chega a escorrer uma lágrima quando a loirinha abre um sorriso e se joga nas pernas da malvada bruxa, que não se aguenta com tanta fofura da pequena.

2. As ironias do corvo
Quando Malévola perde suas asas, ela salva um corvo de ser espancado e o transforma em um homem. Em seguida, ele agradece e promete ser pra sempre seu servo, transformando-se nas "novas asas" da bruxa.
Diaval (Sam Riley) passa então a ficar o tempo todo ao lado de Malévola, que o transforma em diferentes bichos - dragão, cavalo, lobo -, sempre que precisa. Além disso, ele também é bastante irônico e rende ótimas cenas de humor, mesmo não falando nada.

3. O sorriso da Elle Fanning
Elle Fanning está linda no papel da princesa Aurora. Ela está sempre linda e alegre, parecendo não se importar com as maldades de Malévola e do mundo em sua volta.
O sorrido de Elle Fanning, que conquistou Hollywood, é o grande destaque da jovem atriz no filme, já que nessa "nova versão" de A Bela Adormecida, a grande protagonista não é "mocinha", e sim a "vilã".
4. O trio cômico de fadinhas
As três fadinhas que cuidam de Aurora - Knotgrass (Imelda Staunton), Flittle (Lesley Manville) e Thistletwit (Juno Temple) -, rendem algumas das situações mais engraçadas de Malévola.
Para cuidarem de Aurora até ela completar 16 anos, as três pequenas fadas precisam tomar a forma de humanos, mas protagonizam cenas que muito lembram o clássico Os Três Patetas.
5. Malévola humanizada
Malévola na verdade era uma fada feliz e apaixonada, que se torna amarga e ruim ao ter o coração partido pelo então príncipe Stefan.
Ele se aproveita do amor de Malévola para roubar suas asas e acabar com toda sua alegria, tudo para conquistar o trono e se tornar rei. A partir daí, Malévola deixa de ser uma boa fada para se tornar uma bruxa.
Uma das vilãs mais maldosas do universo Disney nunca apareceu tão humanizada, principalmente quando ela faz de tudo para salvar Aurora da maldição que ela mesma colocou.
6. O amor verdadeiro vence
Assim como aconteceu em Frozen - Uma História Congelante, a Disney apostou na temática do "amor verdadeiro" em Malévola. Esqueçam os príncipes!
Se em Frozen Elsa salva Anna com seu amor de irmã, nesse novo longa da Disney é Malévola quem salva Aurora com seu amor incondicional, deixando pra trás o título da vilã mais maldosa dos estúdios do Mickey. 
Fonte;Capricho.