O PORTAL LGBTI+ DO CEARÁ

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domingo, 22 de dezembro de 2013

ALEXANDRA BITTENCOURT ESTRELA CALENDÁRIO 2014.

A bela Alexandra Bittencourt postou em seu Facebook um calendário de 2014 com fotos sensuais e os seus milhares de seguidores adoraram é claro.
A diva cearense está agora em Paris aonde deve passar o natal e Réveillon.

KELLY DHYAS D'RAVELLY É ELEITA MISS GAY CAPONGA 2013

Kelly Dhyas D'Ravelly conquistou no último sábado o título de Miss Gay Caponga 2013 e encerra um ano brilhante em sua recente e meteórica carreira.
Assessorada por Yasmin Ravelly e Sharlesié Dhyas que estão sempre acompanhando a pupila a bela fecha 2013 com três faixas conquistadas são elas: Top Gay Fortaleza, Miss Gay Tancredo Neves e Miss Gay Caponga.
  O trabalho desenvolvido por Yasmin Ravelly  e Nagai Teixeira junto a Kelly faz parte do projeto de um estúdio de beleza que os dois estarão inaugurando em Fortaleza no próximo ano, para assessorar e produzir atores transformistas e transex que desejem se destacar na cena LGBT alencarina.

BELEZA TRANSEX PARA O TRÂNSITO EM SANTO ANDRÉ

Bianca Azevedo venceu concurso de miss que ocorreu na rua Maria Ortiz, esquina da avenida Industrial.
A transexual Bianca Azevedo foi a ganhadora do primeiro concurso Miss Beleza Transex 2013 de Santo André.

O evento aconteceu na rua Maria Ortiz, esquina da avenida Industrial, local que é um dos principais pontos de prostituição da cidade, na noite de sexta-feira. As três primeiras colocadas ganharam ventiladores, chapinhas, maquilagem e uma viagem para a praia.

Uma passarela no meio da rua foi montada para receber as candidatas e seis jurados formados por representantes do governo municipal e sociedade civil escolheram a mais bela trans de Santo André. Os quesitos para conquistar o título eram beleza, postura e simpatia.

Ao vencer Bianca se emocionou e declarou: “O que vale é a festa. Todas merecemos esse título, pois somos lindas e poderosas”, declarou. A transexual que trabalha na rua em que desfilou estava antes do desfile acanhada. “Apesar de estar com muita vergonha fico feliz em ver que a confraternização virou este show, estou feliz por nós e pela Marli”.

Desde 2000, Marli Frias Moreno dos Santos, de 50 anos, dona do bar onde aconteceu o evento, promove uma festa de confraternização para as trans que trabalham no local. “Começamos com uma pequena festa, cada uma trazia uma comida, mas sempre festas animadas com muita música e dança. E a cada ano que passava mais pessoas participavam”, relatou Marli.

O bar é uma referência para as transexuais que trabalham nas ruas locais e é ponto de encontro de algumas travestis, que têm muito carinho e gratidão pela dona do bar, que está lá desde 1993. “Ela é maravilhosa e sempre nos apoiou, o bar da Marli é um porto seguro para nós que trabalhamos aqui”, disse Raiana Ferrari, de 21 anos e a segunda colocada no concurso.

A parceria foi entre as assessorias de Políticas Afirmativas para Diversidade Sexual LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) e das Mulheres – ligadas às secretarias de Governo e de Gabinete, respectivamente – e houve até esquema especial de trânsito para viabilizar o evento, que contou com  desfile de candidatas e shows.

Parceria com poder público já rende resultados

A Secretaria de Políticas para a Diversidade Sexual de Santo André, que apoiou o evento, deu toda a infraestrutura do local. “Estamos apoiando o evento com a montagem da passarela, som e os prêmios para as vencedoras”, afirmou Eliad Dias, assessora de Políticas para Diversidade Sexual.

A assessora conta como se deu a parceria: “Iniciamos o trabalho na avenida Industrial visitando o bar da Marli, ponto de encontro de algumas travestis. Realizamos duas reuniões para apresentarmos a assessoria e depois realizamos novos encontros na prefeitura.

O trabalho tem sido bom e elas decidiram criar e organizar a ONG Travessa, para colaborar na implantação de políticas públicas na cidade voltadas para o segmento”.

A ideia é conseguir organizar o grupo de transexuais e criar um conselho municipal que os represente. “Há conselho do idoso, dos jovens, das mulheres, entre outros, precisamos de um conselho municipal das transexuais, para criar políticas públicas assertivas as necessidade dos grupo e isso só se faz com a participação da sociedade civil”, dia Eliad.

MAIS:

ONG é oficializada
O primeiro passo para mudar a situação desse pessoal já foi dado. Letícia Souza Silva, de 33 anos, e mais outras transexuais se organizaram e deram entrada nos documentos para oficializar a ONG Travessia. 
“Vamos nos fortalecer e conquistar nossos direitos à saúde, moradia, educação, podemos sim exercer várias atividades profissionais como transexuais, temos que acabar com o estereotipo que só podemos ser cabeleireiras e maquiadoras”, diz Letícia.

Janeiro 
é quando o grupo acredita - isso  na primeira quinzena - que a documentação esteja em ordem e a ONG oficializada.

‘Eu gosto de trans’
O ajudante de produção, Eduardo Silva, de 35 anos, namorou durante quatro anos uma transexual e assume sem medo dos preconceitos que possa sofrer a sua preferência. “Quando comecei a namorar uma transexual não escondi de ninguém, meus pais e meus filhos a conheceram e apoiaram o namoro, pois afinal quem manda é o coração”, revela Eduardo, que já foi casado por duas vezes, com mulheres, e tem dois filhos.
Eduardo é frequentador do bar da Marli e o único preconceito que tem em relação a mulheres ou transexual é a droga. “Se usa droga não serve pra mim”.
Fonte:Diario de SP